Adeus ano velho, feliz ano novo…

Se você está lendo está Newsletter, é porque sobreviveu ao ano de 2020. E que ano meus amigos!!

Um vírus que começou a se espalhar, originalmente na China, atingiu os quatro cantos do planeta, fazendo com que 2020 fosse o ano de uma das maiores pandemias e, consequentemente, de uma das maiores crises dos últimos tempos.

 

E o que esperar de 2021?

 

Bem, eu diria que NADA. Ou no máximo esperar pelo inesperado. Se tem algo que aprendemos com o coronavírus foi justamente que por mais que tenhamos desenhado planos e traçado metas, algo muito maior pode acontecer e mudar tudo, obrigando-nos a nós reinventarmos.

Mas, mesmo sem conseguir prever tudo o que nos aguarda em 2021, há algo que já devemos ter em mente. E não se trata de uma previsão, mas sim de uma prevenção: a nossa vida financeira.

As medidas de isolamento, adotadas por diversos países, contribuíram para grandes recessões mundo a fora.  Aqui no Brasil, tivemos recorde de desemprego, e o cenário só não foi pior graças às medidas assistencialistas adotas pelo governo. O auxilio emergencial foi fundamental para muitas famílias que perderam sua principal fonte de renda durante a quarentena.

O problema é que o programa se encerra agora em dezembro, diferente do vírus que continua circulando aqui pelo Brasil, inclusive em uma segunda onda ainda mais forte que a primeira. O descontrole no número de casos pode obrigar a novas paralizações nas atividades. Mas, sem auxílio emergencial, como as pessoas que deixam de trabalhar por conta do isolamento farão para se sustentar?

Em contrapartida a esse cenário, temos acompanhado o índice Ibovespa atingir marcas históricas, chegando a bater a casa dos 119 mil pontos. Essa alta indicaria uma retomada da economia. Mas é justamente aqui que vai nosso alerta!!

Durante os meses de outubro e novembro, vimos grandes instituições americanas indicando aos seus clientes que investissem seu capital na bolsa brasileira. E, apesar do grande saldo de investimentos estrangeiros, ainda não foi possível a compensar o total das retiradas realizadas de janeiro a outubro.

O mercado financeiro reage muito rapidamente as notícias. O inicio da vacinação contra a Covid_19 e o capital estrangeiro entrando na bolsa brasileira, pode nos ter dado uma falsa ilusão de uma recuperação econômica. Além disso, a decisão do COPOM de manter a taxa Selic a 2% também colabora para aumento na procura de investimentos em renda variável.

Ou seja, o auxilio emergencial acabou, a vacina ainda não chegou e o aumento do número de casos nos leva a cogitar novas medidas e distanciamento.

Daqui a exatos 10 dias nos despedimos de 2020 e entramos em 2021 em um cenário de incertezas. E nós, da Jovens, estamos aqui para te ajudar a enfrentar esse novo ano. Seguimos distribuindo conteúdo gratuito, para que você consiga se manter informado, tenha base para começar o seu negócio e ideias para fazer renda extra.  Essa é a nossa missão.

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