Segunda onda de COVID na Europa

Os países europeus já estavam retomando as suas atividades, mas foram pegos de surpresa por uma segunda onda de contágio do novo coronavírus. Em algumas regiões, essa segunda onda veio de maneira até mais grave que a primeira. Por isso, foram necessárias novas medidas de isolamento para tentar controlar a proliferação do vírus.

Nessa semana, o presidente francês, Emmanuel Macron anunciou o segundo bloqueio nacional para o mês de novembro. Mas a França não foi o único país a recorrer novamente ao lockdown, a Alemanha já havia anunciado a mesma decisão anteriormente.

Os anúncios de lockdown e o rápido aumento no número de casos na Europa foram o suficiente para deixar os investidores receosos e mexer com o mercado financeiro do mundo inteiro. Frankfurt e Milão, os principais índices de ações caíram mais de 4%. A bolsa de Paris caiu 3,3% e em Londres a queda foi de 2,2%.  No Brasil, o dólar chegou a bater perto de R$ 5,80, fazendo com que o Banco Central tivesse que fazer um leilão de dólares para segurar a cotação. Mesmo assim, o dólar fechou em R$ 5,75, a maior cotação desde o dia 15 de maio. O Ibovespa fechou com queda de 4,22%, aos 95.399 mil pontos.

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Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-54727218

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