Mercado Financeiro: Ibovespa bate 119 mil pontos Bitcoin atinge recorde histórico

O Federal Reserve, Banco Central americano, apresentou na quarta-feira, planos para compra de grandes quantidades de títulos do governo para dar suporte à economia. Além de prometer seguir injetando recursos nos mercados de forma continua contra a recessão, o FED também anunciou manter as taxas de juros perto de 0 (entre 0 e 0,25%).

Enquanto isso, por aqui, no mesmo dia do anúncio do BC americano, o congresso brasileiro aprovou e enviou para sansão do presidente Jair Bolsonaro, a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2021.

Conclusão: a soma das duas notícias animou os investidores, fazendo com que o Índice Ibovespa ultrapasse 118 mil pontos.  Um dia antes, na terça-feira, a bolsa brasileira havia encerrado o pregão na casa dos 116 mil pontos. A alta de 82,17% (se comprado aos 63.569 pontos em março) fez com que o índice conseguisse zerar as perdas do ano de 2020.

Os bancos americanos tem apostado bastante nos investimentos Brasileiros. O Bank of America projeta que o Ibovespa encerre o ano acima dos 130 mil pontos, enquanto o JPMorgan acredita que o índice atinja 134 mil pontos até o final do ano.

Mesmo com alguns dos principais bancos americanos aconselhando seus clientes a investirem em real, ou seja, na bolsa brasileira, o saldo de investimentos estrangeiros, apesar de ter melhorado agora em novembro, ainda não chegou a compensar o total das retiradas realizadas de janeiro a outubro.

Bitcoin

 

O ano de 2020 ficará conhecido como o ano da Pandemia, mas também poderia ser denominado como o Ano do Bitcoin. Com a pandemia da Covid-19, o aumento das transações digitais e da desconfiança sobre a força de moedas controladas pelos governos centrais, como é o caso do dólar, as criptomoedas dispararam. Novas startups que permitem transações em Bitcoin surgiram e, no ano que vem, plataformas como o PayPal passarão a aceitar pagamentos em bitcoin. Além disso, a S&P Global, uma das maiores empresas de índices do mercado financeiro, lançará um índice sobre criptomoedas.

Até os mais importantes bancos centrais do mundo estudam lançar versões digitais de suas moedas oficiais. O FED, por exemplo, anunciou em outubro que estuda um dólar digital. Em novembro, foi a vez de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, anunciar que o Euro digital poderá ser lançado em quatro anos. Já a China, que está à frente com plataformas de pagamentos digitais, já testa o yuan digital e no mês passado transacionou valor equivalente a 300 milhões de dólares.

 

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Fontes:
https://veja.abril.com.br/economia/bitcoin-bate-recorde-historico-em-meio-a-desvalorizacao-do-dolar/
https://6minutos.uol.com.br/mercado-e-dolar/embalada-pelo-exterior-bolsa-sobe-quase-15-e-fica-perto-dos-118-mil-pontos-em-alta-dolar-vai-a-r-510/
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